veja se és capaz de resolver

Os jogos surgem como uma alternativa interessante e muito útil na busca do melhor ensino-aprendizagem da Matemática, aprimorando o raciocínio e desenvolvendo técnicas capazes de auxiliar o educando nas diversas situações matemáticas.

As atividades lúdicas despertam a curiosidade do jovem, o leva a novas descobertas, desenvolvendo e enriquecendo sua aprendizagem. O conhecimento sobre determinados assuntos pode ser melhor assimilado através de jogos, pois o aluno deve buscar a melhor forma de resolver os problemas propostos, gerando entusiasmo e motivação.
Vygotski dizia que “motivação é essencial para o sucesso de uma aprendizagem séria”.
As situações lúdicas proporcionam ao educador uma visão aberta sobre os alunos, auxiliando na avaliação e na percepção do caráter do jovem. Os jogos podem ser abordados em todas as séries de ensino, desde que respeitadas às necessidades específicas de cada faixa etária.

Vamos demonstrar um jogo que pode ser desenvolvido com alunos do 5º e 6º ano do ensino fundamental.

Objetivos:
Este jogo tem por finalidade trabalhar a operação matemática da adição e o raciocínio lógico.

Regras
- A atividade deve ser individual.
- Determinar um tempo para a resolução da atividade.
- Será dada uma folha contendo algumas figuras em que a soma consiste num determinado resultado.
- O aluno deverá descobrir qual o valor de cada figura, obedecendo ao total da soma, dentro do tempo cronometrado.





Por Marcos Noé
Graduado em Matemática
Equipe Brasil Escola

http://www.educador.brasilescola.com




projeto COM VIDA, Agenda 21 da Escola Prof. Marcos Adriano Issler

ACORDO DE CONVIVÊNCIA DA
COM-VIDA


Definição e Objetivo Geral:
A Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida na Escola – COM-VIDA é uma organização na escola. Tem por obje­tivo geral construir a Agenda 21 na Escola.

Objetivos Específicos
• melhorar o meio ambiente na escola;
• preservar o meio ambiente da escola;
• organizar a Conferência de Meio Ambiente na Escola;
• divulgar a COM-VIDA em outras escolas do município.
• promover intercâmbios com outras COM-VIDAS das es­colas de seu município, região ou estado.
Composição
A COM-VIDA é composta por estudantes, professores, funcionários e membros da comunidade.
Formas de Organização
Para garantir seu funcionamento, a COM-VIDA se organiza com um Núcleo Mobilizador.
O Núcleo Mobilizador coordena e orienta a execução das atividades. É composto por 12 (doze) pessoas que fa­zem parte da COM-VIDA, sendo:
• 02 (dois) estudantes – delegado ou delegada e suplente eleitos na Conferência de Meio Ambiente na Escola;
• 07 (sete) estudantes – Sendo um aluno representante de cada sala
• 02 (dois) professores ou funcionários escolhido pela COM-VIDA;
• 01 (um) membro da comunidade escolhido pela COM-VIDA.
Nesse núcleo, o delegado ou a delegada e o suplente deverão exercer a função de facilitadores.
A COM-VIDA terá vigência de dois anos, mudando a cada Conferência de Meio Ambiente.
Responsabilidades e forma de funcionamento
É responsabilidade da COM-VIDA cumprir com os objetivos definidos coletivamente.
A COM-VIDA se reunirá de acordo com as datas definidas para a construção da Agenda 21 na Escola e para organizar a Conferência de Meio Ambiente na Escola, ou extraordinaria­mente, quando necessário.
É responsabilidade do Núcleo Mobilizador:
• Convidar, organizar e coordenar os participantes da COM-VIDA;
• Zelar pelo cumprimento de todas as atividades planejadas;
• Dividir as atividades planejadas entre os integrantes da COM-VIDA;
• Participar de todas as reuniões planejadas pelo grupo;
• Os integrantes da COM-VIDA serão responsáveis pelas ações da agenda 21 na escola;
•Divulgar as atividades, os resultados e as conquistas na comunidade escolar e no blog da escola;
• Facilitar a comunicação entre os membros da COM-VIDA;
• Promover a interação com Comissões de Meio Am­biente e Qualidade de Vida de outras escolas;
• Dialogar com experiências já existentes na escola e na comunidade, interagindo, para isso, com a direção es­colar, o Grêmio, o Conselho Escolar, a Associação de Pais e Mestres, entre outras;
• Buscar parcerias para viabilizar as atividades;
• Realizar campanhas para viabilizar as atividades;
• Fazer o registro de suas atividades.
O Núcleo Mobilizador se reunirá regularmente durante o ano letivo a cada 15 dias, ou quando necessário.
A escola providenciará infra-estrutura para facilitar as ati­vidades da COM-VIDA: espaço para reuniões, horário para utiliza­ção de equipamentos, arquivos, materiais etc.
Esse acordo de convivência é reconhecido e apoiado pela direção escolar.
Data: 20/10/2009
Escola Municipal de Ensino Fundamental Professor Marcos Adriano Issler
Município: Nova União - RO


________________________________ _­­­­­­­___________________________________
Maria Irene Delbone Haddad Danila de Souza Domiciano
Direção da Escola Rep. do Núcleo Mobilizador

poema - navegação a deriva

Navegação à deriva - Marcus Vinicius Quiroga

quem navega à deriva

sabe que há vida além dos mares nos mapas

além das bússolas, astrolábios, diários de bordo

além das lendas dos monstros marinhos, dos mitos

quem navega à deriva

acredita que há nos mares miragens, portos

inesperados, ilhas flutuantes, botes e salva-vidas

água potável, aves voando sobre terra, vertigem

quem navega à deriva

aprende que há mares dentro do mar à vista

profundidade secreta, origem do mundo, poesia

escrita cifrada à espera de quem lhe dê sentido

quem navega à deriva

se perde da costa, do farol na torre, dos olhares

atentos, dos radares, das cartas de navegação

imigra para mares de imprevista dicção

artes


Os alunos do 9° ano colocaram a mão na massa na aula de arte, parabéns alunos e ao prof. JOSE.































































Estão sendo preenchidos as lacunas entre o pátio e salas de aula, agora sim vamos poder andar sem medo de tropeçar.












adequação da rampa de chegada

Já foram colocado as barras, estão quase prontas, veja que maravilha.







adequação do banheiro





o banheiro esta sendo reformado, será colocado barras, para atendimento aos portadores de necessidades especiais.
Com base nos princípios do Desenho Universal, na lei nº 10,098/00. E Decreto nº 5,296/2004, que “estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida e dá outras providências”, toda escola deve promover ambiente acessível , eliminando as barreiras arquitetônicas e adequando os espaços para que atendam as diferenças humanas.

Se nosso objetivo é a participação efetiva de alunos com deficiência nas atividades escolares, faz-se necessário um ambiente adequado para garantir esta participação.

Neste intuito a Escola Prof. Marcos Adriano Issler, está executando o projeto de adequação, para que as crianças e jovens, todos com deficiência possam acessar todos os espaços de sua escola e participar de todas as atividades escolares com segurança, conforto e a maior independência possível, de acordo com suas habilidades e limitações.

Os recursos financeiros destinados as escolas, em parcela única pelo FNDE, no valor de R$ 16,000,00 (Dezesseis Mil Reais), a serem aplicados em conformidade com as especificações disponibilizadas no site www.fnde.gov.br, na aquisição de material de obra de reforma e de acabamento das edificações das unidades escolares, compreendendo:

I – construção ou adaptação de rampas;
II – alargamento de portas e passagens;
II – adaptação de sanitários; e
IV - sinalização visual, tátil e sonora.

INFORMAÇÕES OBTIDAS, MINISTERIO DA EDUCAÇÃO, SECRETARIA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL, PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO – PDE, PROGRAMA DINHEIRO DIRETO NA ESCOLA – PDDE – ESCOLA ACESSÍVEL.

AGUARDEM FOTOS

projetos desenvolvido na escola



MUNICÍPIO DE NOVA UNIÃO

ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL PROF. MARCOS ADRIANO ISSLER.

RUA: PORTO VELHO




PROJETO


TEMA: DESPERTANDO PARA A LEITURA


PÚBLICO: Alunos do 5° ano A, B, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Professor Marcos Adriano Issler.


DURAÇÃO: 12 de junho à 24 de Julho de 2009.


DISCIPLINA: Português.


PROFESSORA ENVOLVIDA: ROSEMARY TAVARES MENDES


JUSTIFICATIVA


Constata-se através de diagnóstico que os alunos do 5º ano apresentam grande dificuldade em leitura e escrita. Acreditamos que para sanar tais dificuldade faz-se necessário sistematizar as ações, assim surgiu o projeto “Despertando Para a Leitura”



OBJETIVO GERAL


Contribuir para um melhor desempenho em termos de leitura e escrita dos alunos do 5º ano A, B.


OBJETIVO ESPECÍFICO


  • Favorecer o gosto pela leitura

  • Identificar gêneros textuais

  • Aperfeiçoar a leitura e a escrita

  • Interpretação



DESENVOLVIMENTO



Cada aluno irá escolher na biblioteca da escola o livro que mais agradar. E terminado de ler este livro irá fazer a troca, para obter o maior numero de livros lidos.

A cada livro lido o aluno terá que preencher uma ficha contendo: nome, data, título, autor e fará um resumo do mesmo. Segue em anexo modelo da ficha.



RECURSOS:


  • Humanos;

  • Papel;

  • Livros;

  • Prêmios





PROJETO - LEITURA CRÔNICAS

ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL
PROF. MARCOS ADRIANO ISSLER
Rua. Porto Velho – Nova União – RO



Leitura – Crônicas



Prof. Elisaude Tureta Machado Coelho
licenciada em Letras




Nova União – RO
junho/2009




Problemática

Em razão da deficiência do hábito da leitura dos alunos da 9ª do período vespertino da Escola Municipal de Ensino Fundamental Prof. Marcos Adriano Issler, vê-se a necessidade de desenvolver atividades que envolvam a leitura despertando assim o gosto pela mesma.


Esse trabalho tem como idéia central incentivar a prática de leitura e escrita na escola
Torna-se viável essa temática por ser uma questão que tem causado muitos dissabores, decepções em nossa escola, fazendo com que a cada dia, aumente o número de analfabetos funcionais no Brasil.
Essa questão é muito complexa, pois trazemos conosco uma cultura de que o brasileiro não gosta de ler, que ler é muito chato, e porque essa é uma questão que deve ser trabalhada na família, na escola.



Fundamentação Teórica


Vivemos na era da informação, portanto é fundamental o domínio da leitura e da escrita. Seguindo esta linha de pensamento vimos a necessidade de desenvolver este projeto com os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Prof. Marcos Adriano Issler. É importante ressaltar que a grande maioria desses alunos não tiveram referencial em casa quando eram crianças.


Sabe-se que a leitura e escrita é indispensável a qualquer nível de escolaridade e esta, está por toda parte, sendo de suma importância para todo tipo de aprendizagem.
Pensando assim, espera-se que a leitura e escrita sejam praticadas na escola, como um tesouro inestimável, do qual não podemos abrir mão jamais.
Com base nesse pensamento, essa temática vem de encontro à necessidade do desenvolvimento da prática da leitura e escrita, proporcionando assim, sanar as deficiências causadas pela má formação dos educandos e pela falta de incentivo ao hábito de ler e escrever.

Faz-se necessário motivar de forma agradável os alunos da Escola através de atividades que venham ampliar o universo lingüístico dos estudantes, bem como despertá-los para o prazer de ler escrever, reconhecendo-os como sujeito critico, capaz de refletir e agir positivamente, visando o crescimento de seu desempenho como leitor.

Tem se percebido que a maioria dos alunos tem encerrado o Ensino Fundamental e ingressam no Ensino Médio sem ter uma leitura satisfatória, pois o processo de compreensão e interpretação de textos, da maior parte de nossos alunos é insatisfatória uma vez que não lêem ou quando lêem, a leitura é deficiente ou apenas visual, para Luiz Carlos Cagliari:

É preciso abrir os horizontes e incorporar às atividades escolares todas as formas de leitura que o mundo moderno da escrita põe diante dos olhos de todos. (Alfabetizando sem O BÁ-BÉ- BI-BÓ-BU,p.321)

Observando os fatos, concluí que essa deficiência se deve ao fato de a leitura estar distante ou até mesmo ausente do convívio dos alunos, e, por não haver estímulo para tal atividade. Essa problemática compromete o bom desempenho nas produções de textos.
È preciso que por parte dos educadores seja feita uma revisão das práticas de ensino, inserindo atividades que despertam nos alunos o gosto pela leitura facilitando assim o exercício da escrita, conforme o que dizem os Parâmetros Curriculares Nacionais:

Para tornar os alunos bons leitores – para desenvolver, muito mais do que a capacidade de ler, o gosto e o compromisso com a leitura na escola terá de mobilizá-los internamente, pois aprender a ler(e também ler para aprender) requer esforço. Precisará fazê-los achar que a leitura é algo interessante e independência. Precisará torná-los confiantes, condições para poderem se desafiar “aprender fazendo”. (PCN – Língua Portuguesa. V.2, p.58).

Além das condições descritas, das propostas de mudanças, são necessárias propostas didáticas orientadas especificamente no sentido de formar bons leitores, da verdadeira “leitura do mundo”.

A leitura exige preparo por parte do professor. É importante que o texto seja estudado antes, para nele serem trabalhados os valores lingüísticos mais significativos, bem como os aspectos que vão criar um clima de magia e envolvimento com os alunos.

A falta de suporte às atividades envolvendo leitura tem de certa forma, causado preocupação porque é notória a rejeição da maioria dos alunos à prática de leitura e escrita, o que, acaba por prejudicar a aprendizagem dos mesmos.
Cultivar nos alunos o hábito da leitura é uma tarefa árdua, porém, não é impossível. Portanto, a escola precisa oportunizá-los a estarem em contato com a leitura, não importando em que estágio de ensino se encontre – é necessário ler. O papel da escola, Segundo Ana Maria Ribeiro Filipouski,

É ensinar que ler e escrever promovem socialmente, dão acesso à cultura e ao conhecimento, são um modo de relacionar o que se faz na escola com o que existe fora dela. Nesse sentido, a prática de ler e escrever desenvolve-se através de responsabilidade partilhada entre professor e aluno, em que o primeiro atua como guia, apoio, mediar de cultura e o segundo como sujeito ativo da aprendizagem.( Pratica de Leitura e escrita. P. 164)

Conforme a autora citada é também função da escola promover com os alunos os saberes lingüísticos necessários para os exercícios da cidadania, para alcançar diferentes objetivos o aluno tem que ler para estudar, ler para revisar, ler para escrever e ler por prazer.

Objetivo Geral

Proporcionar aos alunos, a construção do conhecimento em uma perspectiva significativa, onde teoria é prática caminhem juntas. Assim como, a valorização e o respeito ao mundo da leitura e da escrita.


Objetivos Específicos

· Estimular o aluno a Leitura.
· Proporcionar o enriquecimento do vocabulário.
· Criar condições favoráveis a interpretação e reflexão de textos.
· Permitir a vivência com diversos textos.


Metodologia

Primeira atividade: Promover um debate sobre a importância da leitura enfatizando os vários gêneros, priorizando as crônicas.
Divisão dos grupos e distribuição das cópias das crônicas e leituras dos mesmos.
Segunda Atividade: Preparação para a apresentação das crônicas:
Através de teatro.
História em quadrinhos.
Exposição oral.
Narrativa Visual

Terceira Atividade: Apresentação dos grupos recontando as crônicas, teatro, história em quadrinhos exposição oral e narrativa visual.
Quarta Atividade: Debate e avaliação das atividades.


Avaliação

Serão avaliados durante a elaboração e apresentação das atividades continua e formativo.